(por Ivana M.)

O fundo do poço e o escurinho, as provas
daqueles desejos que levam ao caos,
chave do engano da mente e do corpo
Perdidas as coisas do mundo que eram
perdidas...
Perdidas as palavras de amor dos livros de português
Perdidas as manhãs de liberdade mental
Perdidos à vez os que viam
aquela brutalidade, aquela borboletinha...
E choram as águas dos mares mortos
Pensam cair as folhas das últimas árvores
Gemem ao ver a desgraça da vidinha iniciada
Não há nada que mais dizer. Era o bicho do casulo!
Imago,
voôu.
2 comentários:
Lindo, Ivana. Agora buscando lirismo "no tempo perdido" da infância?
Belo.
Meu beijo e minha admiração. :o)
Ivana
vim visitar teu lindo cantinho e agradecer seu comment lá no focando, muito obrigada, meu beijo!
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